America

O re-despertar de uma nação

The Select Committee on Energy Independence and Global Warming holds a hearing, “Youth Leadership on Climate Change.” The hearing coincides with Power Shift 2007. Katelyn McCormick of Students Promoting Environmental Students gives opening testimony.

Enquanto os imbecis da nomenclatura política portuguesa (todos os partidos com assento parlamentar e os seus órgãos de propaganda desmiolada ou cínica) se entretêm com invariáveis e ridículos jogos retóricos em volta do pedaço que abocanham à mesa do orçamento, desviando a nossa atenção do que é decisivo, para focar a nossa curiosidade no que é acessório e anestésico, falando sempre do alto da sua ignorância, preguiça e estupidez, eis um contraponto notável de imaginação, vontade e estratégia.

O vigor da democracia americana continua a impressionar-me, apesar de todos os assassinos.

OAM 285 01-12-2007, 00:40

5 responses to “America

  1. Muita gente, especialmente na Europa, fala na decadência dos EUA…mas a realidade é que tudo não passa de inveja pelo facto de apesar dos EUA estarem na curva descendente conservam ainda uma capacidade de inovação e evolução que a Europa perdeu no inicio do sec XX e nunca mais recuperoubem haja

  2. Este vídeo é propaganda pura. A pequena começa por descrever um desastre ambiental para, de lágrimas nos olhos, cair na tanga do «aquecimento global».Mas vamos ter de começar a separar a realidade dos desastres ambientais do mito das mudanças climáticas de carácter antropogénico.

  3. <>SOBRE A QUEDA DO IMPÉRIO CAPITALISTA OCIDENTE<>Um império q tomba n cai de uma só vez, nem perde necessariamente a sua grandeza, enquanto cai. Basta lembrar o fim da Grécia antiga, a queda do Império Romano do Ocidente, ou mesmo os 500 anos da Europa colonial. Vivemos todos ainda sob as suas boas e más influências! A decadência dos EUA não pode ser vista separadamente da decadência europeia, na medida em que ambas, na perspectiva de um longo ciclo histórico, fazem parte de uma mesma realidade cultural. O declínio dos EUA e da Europa deriva assim da mesma lógica (capitalista) que levou a transformar as antigas colónias, não apenas em fornecedores intensivos de recursos primários essenciais (petróleo, ouro, cobre, algodão, madeiras nobres, gado, açucar, café, chá, etc.), mas também em fornecedores indefesos de produtos manufacturados, de mão de obra barata e… finalmente, de capital!O Ocidente desenvolvido e rico transformou-se numa civilização consumista, hedonista, egoísta e inconsciente. Fomos abandonando progressivamente os campos. Exportámos as fábricas para o Brasil, a India e a China. Até as melhores universidades americanas começaram a emigrar para o Oriente. Resultado: envelhecemos dia a dia; morremos de excesso de gordura nas artérias e nos neurónios; substituimos a economia real dos produtos pela economia virtual das dívidas (embrulhadas em nomes cabalísticos: Fundos de Investimento, < HREF="http://en.wikipedia.org/wiki/Hedge_fund" REL="nofollow">Hedge Funds<>, < HREF="http://en.wikipedia.org/wiki/Swaps" REL="nofollow">SWAP<>, < HREF="http://en.wikipedia.org/wiki/Collateralized_debt_obligation" REL="nofollow">CDO<>, < HREF="http://en.wikipedia.org/wiki/Structured_investment_vehicle" REL="nofollow">SIV<>)Ainda temos uma clara superioridade técnico-científica e organizativa (da qual derivam as teorias sobre o chamado < HREF="http://en.wikipedia.org/wiki/Soft_power" REL="nofollow">Soft Power<>). Por outro lado, torna-se cada vez mais perigoso (injustificável, sempre foi) confiar na superioridade militar estratégica, em primeiro lugar, porque ela é relativa, e em segundo, porque a demografia da guerra joga contra nós!Mais do que a crise climática (que se vai tornando num fardo económico e social cada vez mais pesado para as zonas mais atingidas do globo), a exaustão próxima de recursos energéticos, de matérias primas e de solos aráveis, bem como a escassez de água potável, estão a conduzir o planeta para um beco sem saída. E o pensamento mais sinistro sobre este problema vem já dos anos 70, quando o Clube de Roma previu para o período situado entre 2030 e meados deste século, uma quebra catastrófica da população mundial. Podemos pensar, com os dados que temos hoje, em várias causas naturais para um tal desastre bíblico. Mas o debate que actualmente decorre em volta da questão iraniana, e foi aliás pretexto para a invasão do Iraque, permite imaginar outras causas, bem mais terríveis, de inspiração exclusivamente humana!Há quem tenha escrito que a humanidade não passa de uma praga temporária, e que só a sua súbita redução demográfica (catastrófica), permitirá restabelecer o equilíbrio de Gaia.As retóricas ideológicas convencionais deixaram de me interessar, sobretudo porque embaciam a necessária e urgente compreensão das causas da crise sistémica em que acabámos de entrar, de onde não sairemos se persistirmos em ver o mundo como uma manta de retalhos.

  4. Diogo, O problema não está no aquecimento global, mas nas alterações climáticas induzidas pela acção humana, entre outras. Deverias ler dois livros para perceber do que falo: <>Collapse<>, de Jared Diamond, e <>Gaia<>, de James Lovelock.O Universo existe há cerca de 13 mil milhões de anos. O planeta Terra deve ter uns 4,5 mil milhões de anos. E Gaia, o super-organismo em que se transformou o planeta por efeito do aparecimento e expansão da Vida, tem provavelmente 4 mil milhões de anos. Atendendo a que a nossa mãe comum –a Eva mitocondrial– terá aparecido há apenas 150 mil anos, torna-se difícil entender como é que uma espécie tão recente poderá alguma vez perturbar o super-organismo de que é um sub-produto (embora dotado de uma inteligência relacional sofisticada e de uma capacidade de representação única.) A verdade é que pode! Basta, para tal, afectar gravemente algum elo vital da complexa cadeia causal que explica a actual configuração viva do planeta. Dada, porém, a antiguidade da Vida e a extrema juventude da Humanidade, o mais provável é que a estabilidade virulógica e bacteriológica da primeira seja muito superior à da segunda, e por conseguinte, a Humanidade, se não tiver juízo, sucumba no vómito da sua própria ambição e irresponsabilidade.

  5. António,Não há quaisquer evidências de alterações climáticas induzidas pela acção humana, excepto em casos muito circunscritos e localizados (a área de uma grande cidade, por exemplo)Aconselho-te a seguir este blog:< HREF="http://mitos-climaticos.blogspot.com/" REL="nofollow">Mitos Climáticos<>

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