Greenpeace

Greenpeace Portugal

Escritório virtual em Amesterdão anima eco-activismo em Portugal

A campanha que a Greenpeace Portugal está a realizar no terreno, tem um enfoque na comercialização de produtos da pesca. Segundo a FAO, cerca de 77% dos stocks de peixe estão explorados ou sobre explorados. Este projecto enquadra-se na campanha internacional que visa estabelecer uma rede global de reservas marinhas e de recuperar os oceanos para um cenário de abundância e saúde. “Os portugueses sempre estiveram ligados ao mar. Nós fomos os exploradores dos oceanos para chegar a terras e continentes. Com esta campanha, a Greenpeace convida os portugueses para que ajudem a encontrar soluções para as ameaças e para a destruição dos nossos oceanos”, explica Evandro Oliveira, porta-voz da Greenpeace em Portugal. A Greenpeace é uma organização que faz acções directas não violentas para denunciar ameaças ao meio ambiente e que propõe soluções. “O consumidor português é o que consome mais quantidade de peixe per capita na Europa. Por isso Portugal é um parceiro importante nesta questão e há necessidade de que os produtos ilegais e insustentáveis desapareçam do mercado. O peixe é parte da cultura portuguesa e a Greenpeace quer que ele continua a existir para os nossos filhos e para os pescadores locais que dependem deste recurso para sobreviver”, refere Paloma Colmenarejo, Responsável pela Campanha de peixe sustentável da Greenpeace Portugal. — Greenpeace.

À decisão da Greenpeace internacional não é certamente alheia a abertura em Lisboa da Agência Europeia de Segurança Marítima, cuja inauguração oficial teve lugar em Setembro de 2006. Com a importância crescente do Atlântico na actual movimentação tectónica da política global, de que as questões energéticas, climáticas, ambientais e de recursos em acelerada fase de exaustão fazem obviamente parte, a Zona Económica Exclusiva portuguesa (e a sua possível extensão às plataformas continentais) torna-se na mais importante projecção estratégica do país, cujo desenho e gestão deverão ser melhor orientados e defendidos do que até hoje, e em articulação inteligente com a burocracia de Bruxelas. Os piratas benignos da “Paz Verde” prometem espevitar a agência europeia e os políticos locais. Para já, bem-vindos!

OAM 326 01-03-2008, 00:43

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