Madeleine McCann 4

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Quem cometeu o crime? E que crime?

A reconstituição da noite em que Maddy sumiu foi boicotada. Porquê?

Depois das mortes de Diana Spencer e do microbiologista David Kelly, este é o exemplo mais sórdido de aparente e inexplicável intromissão política em casos de polícia (ainda que os dois primeiros, com óbvias origens políticas). O livro escrito por Gonçalo Amaral, inspector saneado da investigação sobre o desaparecimento de Madeleine McCann, e que viria a abandonar a sua carreira profissional, para poder procurar a verdade que alguns querem sepultar sob o manto de uma fantasia construída por profissionais de propaganda, é inconclusivo. Todavia, pela indecorosa interferência de que foi alvo todo o processo policial até ao seu vergonhoso arquivamento, este é um livro de leitura obrigatória e merece que o compremos. Quanto mais não seja, para que o mistério não caia no esquecimento pretendido pelos teóricos do ataque pedófilo à Praia da Luz.

Ex-inspetor do caso Madeleine acusa os McCann em livro

Em um relato pormenorizado dos fatos e da investigação policial ao longo de 216 páginas e 8 folhas de anexos, Amaral diz que a menina morreu ao cair acidentalmente de um sofá do apartamento onde estava de férias com seus pais, imóvel no qual foram detectados vestígios de seu sangue e marcas de seu cadáver.

(…) Ao longo de seu relato, Amaral descreve a frieza e muitos detalhes aparentemente comprometedores que mostraram os pais durante a investigação, assim como as contradições entre seus testemunhos e os de seus amigos na noite do episódio.

Inclusive assegura que outro casal de médicos britânicos de seu mesmo circulo informou à Polícia britânica de um comportamento estranho, durante férias em Mallorca, do pai de Madeleine e de seu amigo David Payne em relação a Madeleine e de outra menina.

Payne, que segundo Amaral organizou também as férias do grupo no Algarve, e Jane Tanner, cujo testemunho de ter visto o suposto raptor de Madeleine considera falso, aparecem no livro como os amigos mais suspeitos dos McCann. — Globo.com .

Madeleine: Declarações de Gonçalo Amaral merecem “reflexão”, diz António Cluny

Gonçalo Amaral recusou adiantar mais pormenores sobre uma questão que levanta no livro, segundo a qual o seu afastamento da liderança operacional do inquérito teria sido moeda de troca para o Reino Unido assinar o Tratado de Lisboa, coincidindo na data a demissão do polícia e o anúncio da aceitação do documento por parte do Governo inglês. — FC/AMN. Lusa.

Eu já tinha escrito sobre isto mesmo! Mas falta provar, claro. Seja como for, o importante é que o caso se mantenha aberto, depois de o incapaz Ministério Público que temos o ter encerrado, por manifesta falta de provas e sobretudo de tino. É essa a vontade, certamente, de Alex Woolfall, do Bell Portinger Group, de Sheree Dodd, Clarence Mitchell e John Buck, bem como, evidentemente, dos pais de Maddy. Eu sugiro mesmo que se abra uma conta nacional para apoiar o ex-inspector no seu esforço de investigação, agora privada, deste tenebroso crime. A conta dos McCann continua aberta!

PS: há uma coisa de que o Sr. Mitchell e mais alguns ingleses da mesma laia têm que começar a perceber: as ameaças só são credíveis quando têm origem em impérios que mandam, não quando escorregam languidamente de um bordel decadente e desdentado.

OAM 398 24-07-2008 23:52
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